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Cena Low-Fi: Thiago Pethit – corpo são, mente sã e alma lavada.

Saudações,
Apresentamos o quarto e último vídeo de uma série que o projeto Cena Low-Fi realizou direto do Gambiarra Cult Festival/janeiro de 2012, e o registro que encerrará a série conta com o cantor e compositor paulistano Thiago Pethit. Thiago largou as artes cênicas e entrou de cabeça na música há cerca de quatro anos, com a mesma determinação que os atores e produtores da sua antiga área de atuação artística sugerem.

Talvez essa bagagem seja umas das principais razões da sua segurança nos palcos, ou quem sabe, as batalhas pessoais travadas – não é segredo que o artista superou alguns traumas ao longo da vida, e uma delas, certamente, teve origem e um belo desfecho na cidade do Recife. Explicamos: seu aniversário no ano de 2009 coincidiu com sua estreia não só em festivais, mas também em palcos do Recife, cidade pela qual tem muito carinho e respeito. O problema é que suas expectativas para a ocasião foram frustradas, o que para início de carreira certamente gerou alguma incerteza.

Porém, como o destino sempre foi seu mais fiel cúmplice, o Gambiarra Cult acabou como um marco: Thiago foi o headliner do evento e comprovou que a maior parte do publico que foi ao festival (comandado pelos jovens Túlio Moura e Ayla Cristine, ambos com menos de 20 anos) lá estava justamente para cantar e dançar a sua música.

Neste registro também falamos sobre a sua independência, estilo musical e sobre Cida Moreira, sua diva inspiradora e uma das suas melhores amigas, entre outras revelações. Agora galera é com vocês, mais um Cena Low-Fi! É isso aí.

 
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Cena Low-Fi conversa com Alexandre Kumpinski da Apanhador Só (RS).

Imagem extraída do site oficial da banda.

Saudações,
Terceiro vídeo de uma série de quatro que o projeto Cena Low-Fi realizou direto do Gambiarra Cult Festival realizado em janeiro de 2012 na cidade do Recife, e o registro da vez é com a banda gaúcha Apanhador Só.
O papo foi com o frontman Alexandre Kumpinski e a nossa conversa foi desde a partir da produção dos álbuns – dos quais o primeiro (Apanhador Só de 2010) tornou oficial a parceria com Marcelo Fruet, (produtor de Porto Alegre). O segundo (Acústico-Sucateiro de 2011) registro trilha o caminho inverso, literalmente – um trabalho lo-fi (captado fora do Estúdio e com objetos encontrados na residência dos gaúchos) – que foi originalmente lançado em fitas K-7 cujo set list foi focado nas canções anteriormente gravadas. Além disso, o trabalho conta com um esquema de escambo! Explico: a cada 05 unidades usadas em bom estado, o consumidor ganharia em troca uma fita, nova, da banda. Todavia, tudo isso teve início através do seu EP “Embrulho Pra Levar” lançando em 2006 e que já chamou a atenção, positivamente, de muita gente.
São sacadas como essas, além da mais famosa delas – o uso de uma bicicleta adaptada como instrumento (essa de fato é uma das marcas mais evidentes da Apanhador Só) que fazem o diferencial dos caras. Evidentemente que uma banda que tem um público numeroso, fiel, não se envolveria apenas por esses requisitos. A banda mostra-se extremamente criativa também musicalmente falando: têm em seu vocalista e guitarrista Alexandre Kumpinski uma figura que compõe muito bem, canta muito bem e não destoa dos companheiros de banda Felipe Zancanaro (guitarra), Fernão Agra (baixo) e Martin Estevez (bateria). Tudo isso faz desta banda uma das apostas mais seguras de um rock brasileiro com belas composições, arranjos e produções fonográficas.
Pois é, e foi justamente com Kumpinski que realizamos mais um registro, e a nossa conversa foi a respeito da produção dos álbuns da Apanhador Só; sobre a preferência dos gaúchos em permanecerem em Porto Alegre; a parceria com Ian Ramil e finalmente um papo a respeito dos artistas ou bandas brasileiras que fizeram a sua cabeça em 2011. Este é mais um vídeo do projeto Cena Low-Fi! É isso aí.

 
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Cena Low-Fi registra: Naturalmente Karina Buhr.

karina Buhr por Diego Ciarlariello - foto direto do site da cantora.

Saudações!

Karina Buhr é novamente alvo das lentes Low-Fi do nosso projeto, e praticamente um ano após o nosso primeiro encontro, podemos constatar que a cantora e compositora está a colher, enfim, os frutos de uma trajetória interrupta, após um período de muitas experiências artísticas e a moradia na capital paulista por volta de 2003.

O evento da vez foi o show de lançamento do seu segundo álbum solo (pois a discografia dela inclui também o álbum da Cumadre Fulozinha, da banda Eddie, entre outros projetos musicais e coletâneas, tributos e afins). “Longe de Onde” (2011) é um trabalho bem diferente de “Eu Menti pra Você” (2010): ambos muito bem aceitos e com a mesma produção, ou seja, feita pela própria Karina + Mau + Bruno Buarque, os quais fazem a “cozinha” para que gente como Guizado, Fernando Catatau e Edgar Scandurra mostrem o que sabem fazer, por sinal, como poucos neste país.

Após o show, uma grande procura pela artista que tocava em “casa” com o Teatro da UFPE preenchido com um público numeroso e ávido pela musicalidade e expressão da baiana, que desde os oitos anos viveu no Recife/Olinda e que desde 1994 vive da música que faz, indo viver em São Paulo há pelo menos oito anos. Um papo rápido, mas que pontuou bem os seguintes temas:O segundo álbum em dois anos; reconhecimento e como a mesma compreende esse momento. Vamos ao vídeo! É isso aí.


Ficha Técnica:

Texto:
André Mantra

Revisão:

Cinthia dos Anjos

Vídeo capatados por:

André Mantra.

Edição:

André Mantra.

 
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Cena Low-Fi: Registra Nuda “Banda reformulada, mais consciente e reconhecida”

Figurino e arte, Cássio Bomfim; maquiagem e cabelo Neci Sousa; fotos Rodrigo Valença; Produção Acre Recife.

Saudações!
E continuamos a postar os vídeos que captamos e produzimos em janeiro de 2012…Em conseqüência da nossa presença no Gambiarra Cult Festival, como falamos anteriormente, foram gerados quatro vídeos no total, sendo este post apenas o segundo (o primeiro foi com a banda instrumental Kalouv).
Desta vez o papo foi com Raphiro (Raphael Pinteiro), voz, composições e guitarra da banda pernambucana Nuda. O frontman  conversa conosco sobre as  suas reflexões a respeito do ano de 2011, em que a  Nuda se reinventou (passou do quinteto de 2006, quando a banda surgiu, para um quarteto, entre outras mudanças). O resultado disso é um álbum que tem todas as características de um clássico fonográfico, o elogiado Amarénenhuma” (2011).
Além do tema “ano passado/retrospectiva”, o Raphiro conversa conosco sobre o modus operandi atual da Nuda, cita as bandas que fizeram a cabeça da galera em 2011 e dá toques sobre os lançamentos dos mais chegados, entre outras revelações.

Com imagens de André Mantra e Clóvis L’ Amour Jr, também foi possível produzir um vídeo da faixa “A Maré Nenuma”, canção que encerrou mais um belo show dos pernambucanos. Vamos aos vídeos e é isso aí.

Ficha Técnica:

Texto:
André Mantra

Revisão:

Cinthia dos Anjos

Vídeo capatados por:

André Mantra & Clóvis L’Amour Jr.

Edição:

André Mantra.

 
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Cena Low-Fi registra: Kalouv

Kalouv - Divulgação por Fernanda Mafra.

 Saudações,

Aqui vai o primeiro de uma série de quatro vídeos que realizamos nos bastidores do Gambiarra Cult Festival 2012, e para começarmos muito bem, saquem este feito com  banda instrumental Kalouv, um quinteto formado por Bruno Saraiva nos teclados, Saulo Mesquita e Túlio Albuquerque nas guitarras, Basílio Queiroz no baixo e o baterista Rennar Pires. Com um EP intitulado “Sky Swimmer” (2011), o primeiro trabalho surge com produção e mixagem (de  Diogo Guedes integrante da A Banda de Joseph Tourton), horas nos Estúdios (Bigorna Palco), e  a masterização gringa ( de Don Grossinger,), que se mostram tão belos quanto a identidade visual da Ianah Maia.

No Palco vemos uma banda concentrada e feliz, ainda com aquelas características dos tempos do Shoegazer tão pecuriares nos anos 90:  tocar um pouco de cabeça baixa enquanto executam (muito bem) as suas músicas. Já fora dele, um papo descontraído e bem comportado – o Kalouv é uma banda relativamente nova e bem respeitada no meio do rock instrumental feito no Nordeste e demais regiões do Brasil, uma galera com os pés no chão e que não abre mão da coletividade.

No vídeo conversamos sobre a oportunidade de realizarem o seu primeiro show no Teatro da UFPE, um local que exerce um fascínio nos músicos, pois há uma ligação sentimental muito forte, além da influência das edições do festival No Ar Coquetel Molotov; falamos também sobre o EP Sky Swimmer, internet e a necessidade de formalizar uma cena musical. Vamos ao vídeo! É isso aí.

Ficha Técnica:
Texto:
André Mantra
Revisão:
Cinthia dos Anjos
Vídeo capatados por:
André Mantra & Clóvis L'Amour Jr.
Edição:
André Mantra.
 
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© Projeto Cena Low-Fi
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